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13 fev

Veja vantagens e desvantagens de consórcio imobiliário

Mito Corretora Veja vantagens e desvantagens de consórcio imobiliário

A compra de um bem de grande valor deve sempre envolver muitas ponderações. Uma delas, em especial, para quem não tem o valor total do bem: comprar por financiamento ou consórcio? As duas modalidades têm vantagens e desvantagens.

Tomando por base as taxas médias de juros dos financiamentos e as de administração dos consórcios, este último é, em geral, mais barato para quem compra, segundo simulações feitas pela Associação de Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

No consórcio, porém, o bem pode chegar ao cliente só no fim do período de pagamento. Já no financiamento, a aquisição é imediata.

Na compra de um imóvel de R$ 500 mil, por meio de consórcio, considerando a taxa média de administração apurada pelo Banco Central de 17% em dez anos mais INCC de 5% ao ano, ao final do prazo o imóvel custaria R$ 735.806,93.

No financiamento, calculado com base nos juros médios de 11% ao ano, de acordo com a Anefac, totaliza R$ 779.673,60, também em dez anos.

Na compra de um automóvel de R$ 30 mil, em um prazo de 5 anos, o total pago seria de R$ 37.575 no modelo de consórcio, e de R$ 46.179,60. O cálculo da Anefac levou em conta juros médios de financiamento de 1,54% ao mês, e uma taxa de administração média dos consórcios de 0,77%, com base nos dados do BC.

Mas é preciso ficar atento: por serem formas diferentes de compra, não é apenas o cálculo da economia em dinheiro que deve ser levado em conta na hora de escolher uma ou outra. Quando se trata de um consórcio de automóvel de 60 meses, como mostrado na simulação, o comprador do consórcio pode receber o carro só no fim do prazo, ou seja, cinco anos depois.

A avaliação de qual a melhor opção de compra depende, assim, da possibilidade e do custo da espera pelo bem. Quem está morando de aluguel, por exemplo, deve colocar este gasto no papel para decidir se pode esperar o sorteio de um consórcio.

“No financiamento, o consumidor já retira o carro na hora, há um imediatismo que é diferente do consórcio, em que ele precisa ou dar um lance (o maior lance) ou ser sorteado”, diz o vice-presidente da Anefac, Miguel Ribeiro de Oliveira.

No consórcio, os participantes pagam mensalmente as parcelas, mas só levam o bem para casa depois de serem contemplados: é preciso ser sorteado ou dar o lance mais alto para ser “escolhido”.
A definição se dá por meio de sorteios e dos lances. Para participar do sorteio basta estar com a mensalidade em dia e, se contemplado, o cotista recebe o crédito para a compra do bem.

Caso não tenha sido sorteado, o participante também pode dar um lance, ou seja, fazer uma oferta para ser contemplado. Leva o crédito de compra o participante que der o lance mais alto, sendo que as ofertas são sigilosas. No entanto, cada consórcio tem regras específicas, por isso a Abac recomenda ler o contrato para saber as condições para participar do sistema de lance.

Fonte: Portal G1

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